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Notícias

  29/03/2018 

Audiência discute ataque aos direitos das trabalhadoras da saúde na AL

 
A audiência, realizada na quarta-feira, 28/03, foi requerida pela deputada Augusta Brito, da Procuradoria Especial da Mulher, atendendo solicitação do Sindsaúde.
 
Dentro da Campanha em Defesa dos Direitos das Trabalhadoras da Saúde, lançada pelo Sindsaúde neste mês de março, foi realizada na Assembleia Legislativa do Ceará no dia 28 de março de 2018 a audiência pública "Os ataques aos direitos das mulheres trabalhadoras na saúde". Participaram das discussões a deputada Augusta Brito, a presidente do Sindsaúde, Marta Brandão, o presidente da CTB no Ceará, Luciano Simplício, a professora de curso técnico de enfermagem, Tarcila Rabelo, além de representantes do Conselho Regional de Enfermagem e da Coordenadoria de Políticas para as Mulheres do Governo do Estado. Também em apoio à campanha e em defesa das mulheres esteve presente o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros do Ceará, José Tavares.
 
O objetivo foi debater sobre os ataques aos direitos das mulheres após a entrada em vigor da reforma trabalhista, em novembro do ano passado. Desde que as negociações das Convenções Coletivas de Trabalho foram iniciadas, o que se vê são mais ataques aos direitos trabalhistas, afetando principalmente as mulheres trabalhadoras. 
 
Na área da saúde, são muitos os ataques através de propostas que reduzem o tempo de estabilidade das trabalhadoras após licença maternidade, restrição às liberações para acompanhar filho ao médico, acompanhar companheira/esposa em consulta de pré-natal dentre outras propostas que limitam ou retiram direitos conquistados em negociações anteriores.
 
A deputada Augusta Brito, que é enfermeira, destacou a importância da categoria se unir para enfrentar os retrocessos e garantir conquistas, como a jornada das 30 horas. As relações precarizadas de trabalho, através das terceirizações e cooperativas dentro das unidades públicas de saúde do Ceará também foi assunto do debate. Para a presidente do Sindsaúde, Marta Brandão, essas formas de contrato são pautadas na desvalorização dos trabalhadores, sem respeitar direitos mínimos assegurados por lei. “Os ataques vem de todos os lados e exigem de nós cada vez mais luta e resistência. Precisamos estar unidos e fortes para fazer o enfrentamento de todas as propostas e ações que tenham como objetivo massacrar ainda mais as mulheres trabalhadoras” – afirmou. 
 
 
Ao final da audiência, foi acatada a proposta de levar a denúncia dos ataques aos direitos das mulheres nas propostas patronais de convenções e acordos coletivos de trabalho de 2018. Uma comissão formada pelo Sindsaúde, pela deputada Augusta Brito e demais entidades presentes deve fazer uma visita ao Ministério Público do trabalho no dia 4 de abril próximo. Além disso, foi acatada também a proposta de fazer uma nota aberta unificada com entidades sindicais, parlamentares e demais presentes, repudiando os ataques aos direitos das mulheres trabalhadoras. 
 
Dentro da campanha em defesa dos direitos das trabalhadoras, também está prevista a realização de audiência pública na Câmara Municipal de Fortaleza. 
 
Com informações da Assessoria de Comunicação do Sindsaúde - Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Ceará
 
 
Última atualização: 29/03/2018 às 11:48:28
 
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