Policiais militares já cogitam nova greve com falta de acordo

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Os policiais militares do Ceará podem entrar em greve novamente caso o Governo do Estado não atenda as reivindicações feitas no último movimento paredista, que durou cinco dias e teve seu fim em 4 de janeiro de 2012.

De acordo com o presidente da Associação dos Profissionais de Segurança Pública (Aprospec), capitão Wagner Souza, os policiais reivindicam o aumento do auxílio alimentação para o valor de R$ 220, diminuição da carga horária para 40h/semanais, reajuste de 2013/2014, atualização do código de ética e promoções. “O Governo já remarcou por duas vezes as reuniões. A próxima, está prevista para o dia 18 e, caso não entremos em acordo, pode haver outra greve”, disse o capitão.

Segundo o vice-presidente da Aprospec, inspetor Gustavo Simplício, neste mês, por exemplo, os policiais não receberam o vale alimentação. “Não queremos greve. Queremos apenas o que já havia sido acordado”, esclarece.

Uma assembleia geral unificada dos policiais militares, bombeiros, policiais civis e agentes penintenciários já está marcada para o dia 26 de maio, no Colégio Sistema, para definir se a categoria entrará ou não em greve.