Porteiras que estavam ameaçadas de demissão devem permanecer na função.
Cerca de 86 porteiras que atuam na portaria dos postos de saúde de Fortaleza estavam sendo ameaçadas de ser demitidas e substituídas por homens. A proposta foi divulgada nas redes sociais pela então secretária adjunta da saúde de Fortaleza, Ana Estela Leite.

Em reunião extraordinária do Conselho Municipal de Saúde, no dia 20/09, o assunto foi debatido e o diretor do Sindsaúde e também conselheiro Ulisses Vilar defendeu a permanência das trabalhadoras por considerar a substituição uma atitude discriminatória. A secretária Joana Maciel informou que vai manter as trabalhadoras nas portarias e que a proposta de mudança não passou de um equívoco. Ulisses Vilar reforçou ainda junto à secretária a necessidade de convocar os cerca de 500 guardas municipais que estão no cadastro de reserva do último concurso.
Com informações da Assessoria de Comunicação do Sindsaúde – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Ceará












