
O Sindsaúde, preocupado com o crescente número de casos de bebês com microcefalia e consciente de seu papel social, realizou no dia 17 de março, no auditório Valnir Chagas, da Faculdade de Educação da UFC, o seminário “Usando as terapias quânticas como aliadas no combate à microcefalia”. O evento foi aberto ao público em geral e contou com a participação de profissionais da saúde e estudantes. Realizado em parceria com o Grupo de Pesquisa Cultura de Paz, Juventudes e Docentes, da Faculdade de Educação da UFC, e com o Grupo de Estudos e Cuidado Energético em Enfermagem e Saúde, da Universidade Estadual do Ceará, com o apoio da CTB, o seminário teve como palestrante o físico e professor aposentado da UFC, Harbans Lal Arora, que ensinou algumas práticas para ajudar a manter a saúde em tempos de dengue, zika e chikungunya .
Na ocasião, foram realizados alguns depoimentos de pacientes que utilizam as terapias quânticas para manter a saúde. Foi o caso de uma paciente que contou ter melhoras na saúde quando fazia um tratamento contra o câncer. Outro caso relatado foi de um soropositivo que afirmou estar há vários anos com carga viral indetectável. Fato ocorrido após o conhecimento e uso das terapias quânticas.
O professor Harbans explicou que é preciso tentar manter o organismo alcalino para que o sistema imunológico se fortaleça contra os vírus, fungos e bactérias. O ambiente ácido, decorrente da alimentação, de emoções negativas e do estresse, precisa ser equilibrado. E isso se faz através de técnicas simples de respiração. Harbans citou o prêmio Nobel de Medicina, em 1931, Otto Warburg. “É um fato que as bactérias ruins, parasitas, vírus e câncer crescem demais em ambientes ácidos, com pouco oxigênio. Por outro lado, em um ambiente alcalino, cheio de oxigênio, vírus, bactérias e fungos não conseguem sobreviver.”
Com informações da Assessoria de Comunicação do Sindsaúde – Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde no Ceará












